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A magia sempre acaba depois da meia-noite, as vezes até antes.

Escrevi esse texto na escola essa semana, escrevi por escrever. Falta do que fazer, do you know what I mean? Bem, ele tá aí:



E
ra uma vez uma menina, ela amava o céu e todo seu mistério. Ficava horas olhando pra ele, de noite...de dia, não importava, lá estava ela, olhando, olhando... sem parar, só imaginando como era o céu onde seus olhos não alcançavam; imaginando como era a forma das estrelas, imaginando até qual era o desenho na Lua - um São Jorge em seu cavalo? Um coelho? -. Aquela menina não se cansava de olhar pro céu, ela poderia ficar ali o resto da vida, só olhando.
Certo dia ela viu que precisava de uma luneta, uma luneta que desse pra ela enfim, descobrir o formato das estrelas ou qual era aquele desenho na Lua. - pra sua felicidade, ela a ganhou, agora ela iria saber tudo o que queria sobre o céu.
Foram dias e dias só observando aquele céu com sua luneta. Ela descobrira tudo.- As estrelas não tinham forma alguma e o desenho na Lua não passava de meras crateras. Acabou.

Sim, acabou. Toda aquela magia havia acabado, aquele mistério já não existia - ela já sabia do que queria, do que tanto a deixava curiosa. Pra que ela iria querer mais aquela luneta? Ela a usaria só pra quando batesse uma ligeira saudade de relembrar, mas já não era a mesma coisa, havia enjoado. Virou algo rotineiro.

Maldita rotina, tinha mesmo que vir?

Nada devia cair na rotina, nada! Era pra tudo serem flores como no começo. Era pra magia ainda existir.


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